sexta-feira, 12 de julho de 2013

Trail do Almonda

Trail do Almonda
2ªf - Início de semana de recuperação, pós-Freita, com um treino de 40’, com sinais bastante positivos de rápida recuperação muscular.
3ªf - Treino muito lento de 50’.
4ªf - Treino quase nocturno de 45’, feito até ao limite possível de visibilidade.
5ªf - Treino de aquecimento de 30’, seguido de 10 repetições de 1’, concluindo com 10’ de retorno à calma. Muito calor, o que afectou o ritmo das repetições. Senti-me bem, apenas afectado pelo calor.
6ªf - Treino forçado de escadas e força. Descanso de corrida.
Sábado - Treino tranquilo de 15 quilómetros. Trinta minutos iniciais lentos, aumentando o ritmo, sempre rolando muito confortavelmente.
Domingo - Optei por fazer o treino previsto de 30 quilómetros no Trail do Almonda, debaixo de um calor tórrido. Iniciei a prova com um ritmo muito baixo, acompanhando o meu amigo António Antunes. Connosco seguiam mais 2 atletas da equipa, o Renato Loureiro e o Miguel Baptista, também em registo de treino. Os quilómetros iniciais são fáceis, praticamente sem desnível, mas o calor já começava a apertar. Na primeira subida, o António Antunes fica um pouco para trás, o que teve consequências imprevistas, uma distracção e a saída do caminho correcto. O Miguel e eu estranhamos a demora, fazemos parte da descida a passo à espera que o Antunes nos apanhe. Vamos sendo ultrapassados por muitos atletas. Chegamos ao abastecimento dos 16,5 quilómetros, mas eu já levo mais de 18, por andar para trás e para a frente. Esperamos um pouco mais e nada… Continuam a passar atletas, mas nenhum é o nosso amigo. Decidimos ligar e ele confirma que se perdeu, que entrou em contacto com a organização e que terá que fazer o caminho para trás até apanhar o trilho correcto. Optamos por voltar para trás e paramos, numa sombra, à espera. Continuam a passar atletas… Esperamos uma eternidade e continua sem aparecer. Os atletas já vão rareando, aproximando-se os que ocupam as últimas posições. Finalmente, o Antunes aparece, com sinais de desgaste físico e psicológico, após o engano que lhe custou fazer mais uns quilómetros, metade dos quais em subida muito dura. A temperatura aumenta, já rondará os 40º e o Antunes opta por terminar a sua prova nesse abastecimento. Decidimos seguir e combino com o Miguel que vamos apertar o ritmo até ao final, na tentativa de estar o menor tempo possível debaixo daquele calor sufocante. O ritmo que impomos é bastante forte, correndo na dura subida que se segue ao abastecimento. Começamos a ultrapassar atletas, uma constante até ao final da prova. Aproveitamos as descidas técnicas, para recuperar e diminuir o tormento em que se tornou correr com aquela temperatura. Na última descida, o Miguel acaba por se afastar um pouco, esperando por mim já próximo da chegada, com outro colega de equipa, o Fernando Fonseca. Acabamos por cruzar a meta, os três, após 4h41m. Os 13/14 quilómetros finais, deixaram boas indicações, apesar de terem sido disputados a uma temperatura que chegou aos 43º! Após consulta à classificação, verifiquei que desde o abastecimento em que o Antunes desistiu, ultrapassámos mais de 100 atletas…

sábado, 6 de julho de 2013

Ultra Trail Serra da Freita

Ultra Trail Serra da Freita
2ªf - Treino de 40’, com sessão de reforço muscular.
3ªf - Treino lento de 45’.
4ªf - Treino lento de 45’.
5ªf - Treino lento de 40’.
6ªf - Treino lento de 30’, seguido de viagem até Arouca para participar no Ultra Trail da Serra da Freita, prova com 70 kms e um desnível positivo de cerca de 4.000m.
Sábado - A noite foi em branco devido ao ruído que o vento provocava, pelo que foi com alegria que chegaram as 4h30, hora prevista para começar a preparar-me para a prova. Tudo decorreu dentro da normalidade habitual, com partida às 5h30. A forma como encarei o Ultra Trail da Serra da Freita (UTSF) foi sempre o de realizar um treino e desfrutar das magníficas paisagens que a zona oferece. A prioridade era chegar ao fim, sem qualquer lesão. Como tal, posiciono-me bastante mais atrás do que o habitual, causando alguma estranheza a muitos companheiros. Começa a prova já com o dia a nascer, sem necessidade de se utilizar o frontal. Os primeiros quilómetros são fáceis de percorrer, embora já com algumas paisagens que demonstram a beleza e a rudeza da Serra da Freita. Vou continuando a ouvir comentários sobre o ritmo que levo e a posição no pelotão, mas continuo sem forçar, simplesmente sentindo a montanha. Uma primeira descida que pensei que seria já para uma primeira passagem no rio, embora fosse apenas um falso alarme. Finalmente, já quase com 20 quilómetros, chegamos ao rio Paivô e a uma primeira passagem muito técnica. Foco-me no meu objectivo e reduzo o ritmo, de forma a não correr tantos riscos. Enquanto a progressão se faz saltando entre pedras secas, vou mantendo um ritmo constante, mas quando é feita dentro do leito do rio, decido abrandar. Escorrego e mergulho, imerso até ao pescoço, recordo-me que levo o telemóvel no camelbak e penso que é desta que me vou despedir dele. Não paro para verificar, o mal já estava feito. Depois do rio, chego ao 1º abastecimento, em Covelo de Paivô. Após a necessária hidratação e alimentação, dou início a uma grande subida, em que vejo eólicas no horizonte. Sei que terei que subir até lá. A experiência já me vai dizendo que sempre que chegamos a um local de realização de uma prova e vemos eólicas, quer dizer que o percurso inevitavelmente passará por lá… A subida é dura, intercalando terrenos técnicos com outros onde é possível correr. O calor começa a tornar-se verdadeiramente abrasador. Chego ao 2º abastecimento, ao km 28, na aldeia de Drave, completamente cravada na serra. Continua o percurso e nova descida ao rio, seguida de um subida muito dura, que parece não ter fim. Começo a acusar o cansaço muscular dispendido, pois o terreno é muito técnico o que exige um esforço muscular tremendo. Agradeço a opção de ter começado com um ritmo bastante baixo. Nesta fase, vou completamente sozinho, não vejo ninguém, a serra é só minha. Chegando ao topo da serra, oiço o telemóvel tocar. Fico completamente surpreendido, nunca pensei que teria sobrevivido ao mergulho. Oiço algumas palavras de incentivo do meu grande amigo António Antunes, que me diz que não há informações nenhumas, pois em cerca de 90% do percurso não há rede, incluindo no Parque de Campismo do Merujal, local de partida e chegada da prova. Continuo até ao 3ª abastecimento, perto do quilómetro 40. Tenho fome e sede. Ataco uma mini gelada na água de uma fonte, reponho a água no camelbak, água da fonte, que manterá a temperatura durante muito tempo. Preocupo-me em ingerir alimentos salgados, sei que perdi muito sódio através da transpiração, a minha camisola já começa a ficar esbranquiçada. Resolvo fazer uma paragem maior para abastecer bem e descansar um pouco. Junta-se muita gente no abastecimento. Sigo, e um pouco mais à frente confronto-me com o Trilho da Besta. Tinha visto fotos e tinha-me preparado psicologicamente para o ultrapassar. É um trilho muito longo em que os membros superiores são tão importantes quanto os inferiores. É duro, muito duro, mas agradeço a frescura, pois estamos a progredir por uma zona de vegetação muito densa, escalando calhau após calhau, por vezes com ajuda de cordas previamente colocadas pela organização. Não tenho dificuldade de maior em ir progredindo, quase sempre à custa do esforço dos braços e tronco superior. A cada metro agradeço o reforço muscular que faço e me permite continuar num bom ritmo. Após a chegada ao topo, uma descida longuíssima, de vários quilómetros, quase sempre muito técnica e com grande inclinação. Sinto gradualmente os músculos a recuperarem e sempre que possível vou correndo e saltando, embora sem forçar muito. O objectivo inicial mantém-se no meu pensamento: chegar sem lesões. Paro no abastecimento de Manhouce, o 4º, onde abasteço e hidrato-me bem. Pouco depois passo a formar um trio com o Mark Monteiro e o Sérgio Pereira. O Mark já o conhecia de provas anteriores, o Sérgio foi uma agradável surpresa. E lá fomos progredindo os 3, correndo sempre que possível, mas com longas etapas em caminhada, sempre que o terreno era muito técnico ou as subidas muito fortes. O percurso entre o abastecimento de Manhouce e o da Lomba (o 5º por volta do quilómetro 59), para mim, é a parte mais dura, com nova descida ao rio, percurso ao longo do seu leito e terrenos muito técnicos. Levava o camelbak cheio, com 2 litros de água, do abastecimento de Manhouce, e mesmo assim fiquei sem água antes do abastecimento da Lomba. O calor era verdadeiramente insuportável. Chegado ao abastecimento da Lomba, nova paragem prolongada, com nova mini a acompanhar uma bifana no pão. Avisam-nos de que vem uma subida enorme. Confirma-se, é uma subida muito longa, mas não é tão inclinada quanto algumas que ultrapassámos anteriormente. A progressão é lenta, mas constante. Faço contas e prevejo chegar ao fim com cerca de 15h. Chegamos ao último abastecimento, por volta do quilómetro 65, em Castanheira. Aqui a grande preocupação é a hidratação, começa a cheirar a meta, falta apenas um obstáculo significativo, o famoso PR7. Saímos do abastecimento e mantemos um ritmo constante de progressão, primeiro com a descida já no PR7, com vista para a fantástica Frecha da Mizarela, e depois com a subida final. O PR7 não me pareceu assim tão duro para a fama que tem; a sua principal dificuldade é estar no final da prova, em que a degradação muscular já é muito grande. Após a conclusão do PR7, começamos a correr a um ritmo bastante elevado, atendendo à fase adiantada da prova, chegando à meta após 14h44m, sem qualquer lesão. Objectivo cumprido!

O UTSF é a prova mais técnica em Portugal continental. É uma prova muito dura, agravada pelo calor que se verificou. Chegaram à meta, dentro do tempo limite, apenas 138 atletas, dos 272 inscritos. É um desafio, numa paisagem lindíssima, mas que, na minha opinião, se destina a pessoas que tenham alguma experiência e um certo à vontade na montanha. Passa por zonas de muito pouca acessibilidade (algumas em que me parece que a única forma de evacuar um atleta será de helicóptero) e sem rede telefónica, pelo que um atleta tem que ter uma grande capacidade de autonomia. Depois de chegar ao fim, concluí que a minha opção tinha sido a mais correcta (para mim, claro); não é uma prova onde eu vá competir, mas penso regressar com a mesma abordagem de desfrutar da serra e da sua paisagem.
Classificação: 68º
Tempo: 14h44m19s
Dados do meu garmin (ficou sem bateria aos 66 quilómetros):
- desnível positivo: 3.440 m
- desnível negativo: 3.480 m
Domingo - Regresso a casa

Semana de treinos, 17 a 23 de Junho

2ªf - Treino de reforço muscular geral e específico de glúteos.
3ªf - Dia de bidiário. Treino matinal de 50’, com muita dificuldade inicial, com melhoria ao longo do treino. À tarde, aquecimento de 30’ de corrida, seguido de sessão de escadas. Terminei o treino acusando menos a intensidade habitual da sessão de escadas.
4ªf - Treino progressivo de 90’, sentindo muito cansaço e diversas pequenas mazelas.
5ªf - Novo dia de bidiário, com treino matinal suave de 50’. Novamente muitas dificuldades no início, com algumas dores e sensação de cansaço. À tarde, novo treino de fartleck de 50’. Novamente, voltei-me a sentir melhor no treino da tarde, em relação ao treino da manhã.
6ªf - Treino de 50’, com as queixas já habituais, seguido de uma sessão bastante exigente de multi-saltos.
Sábado - Treino de 15 quilómetros, com um ritmo baixo, sentindo algumas dores. Só quase no final do treino, é que me senti mais confortável, no entanto a sensação de cansaço persiste.
Domingo - Tinha, no plano, um treino de 43 quilómetros, mas decidi ouvir o corpo e descansar.

segunda-feira, 17 de junho de 2013

Semana de treinos, 10 a 16 de Junho


Serra de Sintra - Trilho das Pontes

2ªf - Treino de 2 horas no Monsanto, aproveitando o feriado e iniciando uma semana de treinos bastante exigente.
3ªf - Aquecimento de 30', seguido de sessão de exercícios em escadas.
4ªf - Treino progressivo, em terreno plano, de 90'. 
5ªf - Treino matinal de 50', seguido de algumas rectas e um circuito de exercícios de multi-saltos. À tarde, previsão de um treino ligeiro de 50' na mata, mas a companhia acabou por o tornar um pouco mais intenso.
6ªf - Dia de séries longas na mata. Após aquecimento de 30', 3 repetições de 12'. Apesar do cansaço que sentia, acabei por ser muito constante e andar um pouco mais rápido do que o que tinha antecipado.
Sábado - Dia de treino longo, com incursão pela Serra de Sintra. O objectivo, para além do trabalho de resistência e muscular, era o de treinar a parte mental. Devido ao cansaço que fui sentindo ao longo da semana e às séries da véspera, sabia que não ia estar nos níveis máximos de energia, pelo que a parte mental iria ser colocada à prova. Acabaram por ser 56 quilómetros, com um desnível positivo de mais de 2.100 metros. 
Domingo - Treino/passeio de cerca de 10 quilómetros, a um ritmo ultra-lento, seguido de uma grande sessão de recuperação da energia consumida no fim-de-semana.
Acabei a semana com quase 150 quilómetros feitos, com a nítida sensação de que estou a começar a melhorar a forma.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Semana de treinos, 3 a 9 de Junho



2ªf – Treino de 50’ lentos de corrida, seguido de sessão de reforço muscular geral e reforço específico de glúteos.
3ªf – Treino de 30’ de aquecimento, a um ritmo superior ao desejado, mas o corpo entusiasmou-se, seguido de sessão de exercícios de escadas. Treino muito intenso, com dificuldade acrescida devido ao elevado calor que se sentia.
4ªf – Treino de 90’ em terreno plano, com ritmo moderado nos primeiros 9 quilómetros, aumentando gradualmente a partir daí e terminando os 2 últimos quilómetros a 3’55’’/4’00’’ por quilómetro.
5ªf – Treino de 35’ de aquecimento, seguido de 4 repetições de 9’. Com algum cansaço dos dias anteriores, comecei prudente e fui aumentando o ritmo, melhorando sempre de repetição para repetição. No final, 10’ de retorno à calma
6ªf – Treino matinal de 50’ em ritmo lento. À tarde uma sessão de multi-saltos.
Sábado – Impossibilidade de treinar, devido ao apoio dado na organização da Ultra-Maratona Caminhos do Tejo. Ultra-Maratona de cansaço, com início do trabalho às 20h30 de 6ªf e final à 1h00 de domingo, sem dormir um único minuto.
Domingo – 120’ lentos, a explorar alguns trilhos nas proximidades de Fátima.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Corrida do Mirante

Parte da equipa, antes da partida

2ªf - Sessão de reforço muscular, a iniciar uma semana muito tranquila.
3ªf - Treino de 60' com alguma aventura pelo meio na tentativa de descobrir novos trilhos, seguido de sessão de reforço de glúteos.
4ªf - Treino lento de 60'.
5ªf - Treino lento de 50'.
6ªf - Treino lento de 40'.
Sábado - Treino lento de 40'.
Domingo - Corrida do Mirante. Regressei à Ota, depois de ter feito a prova no ano passado e ter gostado bastante. É uma prova que não favorece as minhas características, muito curta e muito intensa, mas com um traçado muito bonito. Começo demasiado atrás e perco muito tempo nas primeiras centenas de metros. Para tentar recuperar, acelero excessivamente e chego ao início da subida já desgastado. Pela frente terei cerca de 1 quilómetro e meio duro de subida, seguidos de 500 metros de descida e nova subida de cerca de 1 quilómetro até ao ponto mais alto da prova. Na primeira parte da subida, aproveito para ganhar mais algumas posições, mantendo sempre passo forte de corrida. Apesar da dureza da subida até ao ponto mais alto, consegui correr em pelo menos 90% do trajecto. A prova não permite qualquer tipo de recuperação, pois após as subidas muito duras, aparecem fortes descidas, propícias a ganhar velocidade. Após a passagem no ponto mais alto, o próximo destino é o Mirante e a sua magnífica vista, mas antes ainda é preciso vencer o famoso “V”. A subida é muito dura e feita totalmente a caminhar. Chego ao Mirante já com alguma distância para o atleta que se encontra à minha frente, embora o veja, e com pouco avanço do atleta que me persegue. Na longa descida tento aproveitar para não perder muitos metros, mas estranhamente a distancia alarga-se. Chego ao rio e início a última subida, muito dura. O calor aperta, tem sido uma constante ao longo da prova, sinto o corpo a arder, mas lá vou subindo, ora caminhando, ora correndo, quando a inclinação é um pouco menor. Recupero algum terreno, mas estou mais preocupado em alargar o fosso para trás, pois sei que após a subida, tenho mais de 1 quilómetro até à meta muito rápido, quase todo em asfalto, o que teoricamente não me favorece. Vou isolado e consigo manter um bom ritmo. A cerca de 500 metros da meta, olho para trás e não vejo ninguém, olho para o relógio e vejo que tenho possibilidades de bater o tempo de 2012, isso faz com que acelera ainda um pouco o ritmo até à meta.
Acabo com menos 5 segundos do que a prova do ano passado, embora nesta edição tenha estado mais calor (um calor verdadeiramente insuportável) e me tenha dado mais 700 metros de percurso.
Após o banho, o convívio ao almoço, no já tradicional pic-nic.
Prova que é muito curta para as distâncias que gosto, mas que pela qualidade do percurso e da organização, me faz querer regressar.

Tempo: 1h07m15s
Classificação: 32º da geral (5º escalão)
Distância total: 12,90 kms




quarta-feira, 29 de maio de 2013

Semana de treinos, 20 a 26 de Maio

Torre de vigia na Serra de Sintra
 
 
2ªf - Treino lento de recuperação de 45', em terreno plano.
3ªf - Novo treino lento de 45', mas já na mata, embora com pouco desnível.
4ªf - Treino de 45', seguido de circuito de exercícios para glúteos.
5ªf - Treino de 60', com alguns momentos a um ritmo mais elevado.
6ªf - Treino de 70’, em plano, chato e difícil psicologicamente. No final, sessão de reforço muscular.
Sábado - Regresso a Sintra! Com excelente companhia, fizemos um pouco mais de 20 quilómetros, que passaram num instante. Senti-me bem e recuperado. Decidi dar a este treino o carimbo "Mais agradável dos últimos tempos!"
Domingo - Colaboração na organização da Meia Maratona na Areia.